domingo, 25 de julho de 2010

Liberdade

                   Sabe quando nunca se teve e mesmo assim estão tentando roubar o tempo inteiro. A liberdade é a ilusão que mais adoram tomar. Criam padrões, regras, regimes e essas estão sempre cercando, prendendo, limitando e quando chega um momento na vida que se é capaz de escolher algo, então foi nessa hora que a liberdade acabou. Escolher não é ser livre, a liberdade está em ter opções.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Solidão

                  A solidão é um preço caro que se paga por não escolher, não ser escolhido ou não se permitir ser escolhido, quando não se quer pertencer a uma única pessoal se está fadado a solidão, todos e ninguém estão mais próximos do que se imagina.

Tranquilidade

                O que às vezes é difícil perceber é que preço da tranquilidade é a própria loucura, porque só está tranqüilo quem escolhe viver em seu mundo próprio e sem nenhum tipo de emoção, a falta de tranquilidade significa apenas integração com o mundo e com os problemas que existem nele.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

FADIGA

                 Eu acordo cansado, durmo cansado, a questão é quando se sabe o do que está cansado(cansaço físico, cansaço mental)? Você pode resolver o problema de quando se está cansado apenas por está cansado?

terça-feira, 20 de julho de 2010

AMOR


                    Sabe o amor é coisa engraçada, porque não importa o tempo e a distância basta 5 minutos com a pessoa amada para que se passe o resto do dia sorrindo bobo, porém uma coisa certa é que não sei quero ser escravo de algo tão bom que me faz tão fraco.

Fica aqui minha homenagem a única que me faz fraca, minha mestre pokemon

domingo, 4 de julho de 2010

Medo

             Descobri dois fatos interessantes, vou escrever apenas um por preguiça, eu tenho medo do fim, não dá morte, mas do fim. Eu sempre me perguntei do que eu tenho medo, pouca coisa me assusta, então percebi que medo do fim é eminente. Não gosto de finalizar o que quer que eu faça, fico com  um receio inexplicável, uma sensação de vazio que me consome